Julian Jaynes

Julian Jaynes faz parte do clube pouco numeroso dos autores a quem bastou escrever um só livro para ficar. Esse livro de tão estranho título, “The Origin of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind”, é como uma daquelas ilusões de óptica que nos obrigam a ir buscar uma régua para verificar que é mesmo assim como se diz: as rectas são paralelas, de facto, não secantes. Neste caso, a régua foi Homero, o meu querido Homero. É verdade: “there is in general no consciousness in the Iliad”.

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